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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Cólicas Menstruais - Como tratar?

A dismenorreia  ou cólica menstrual é um tipo de dor muito frequente do dia-a-dia da mulher, e que está atrelado a um importante índice de automedicação. O farmacêutico pode ter um papel chave na abordagem desta doença e na derivação do paciente ao médico.

Durante a menstruaçao, ou alguns dias antes, normalmente 48 horas antes, o útero se prepara para a liberação do fluxo menstrual. A dor ou dismenorreia, consiste de dores do tipo cólicas devido à contração exagerada da musculatura uterina, causada por uma quantidade excessiva ou desequilibrada de Eicosanóides.
Otra causa sao os hormonios hipofisarios, vasopresina e oxitocina. Em estudos, mostrou-se que a vasopresina estimula a atividade uterina e reduz o fluxo sanguíneo e a falta de oxigênio gera a dor.

Costumam ser mais dolorosas no primeiro e segundo dia do ciclo, quando o fluxo é mais abundante.
A dor se foca geralmente na área acima do púbis, mas pode irradiar-se a outros pontos como:
  • Zona glútea
  • Regiao anterior da coxa e o dorso das pernas
  • Parte inferior das costas

Algumas pacientes relatam outros sintomas associados como:
Náuseas           Vômitos           Diarréia Cefaleia           
Fadiga  Ansiedade        Enjôos

Estudos indicam que a prevalencia é maior em mulheres menores de 25, sendo os fatores de risco mais relevantes, a existência de antecedentes familiares, menarquia (primeira menstruaçao) antes dos 11 anos, mulheres que não tiveram filhos, tabagismo, sobrepeso e depressão.
Atuaçao do Farmaceutico

Tratamentos Farmacológicos para a Dismenorréia
  • Medicamentos antiinflamatórios: ibuprofeno, sobretudo na forma de sais de rápida absorção; A administração de AINEs é mais eficaz antes do aparecimento da dor, e deve ser continuado por 3 ou 4 dias;
  • Medicamento analgésico: paracetamol;
  • Medicamentos homeopáticos
  • Suplementos dietéticos
  • Oligoelementos
Dentre os medicamentos sob prescriçao estao os métodos anticoncepcionais, como a pílula, DIU, anel vaginal. Estes devem ser prescritos por um médico e o farmaceutico pode orientar sua paciente a procurá-lo, nos casos em que se verifique a ineficiencia de tratamentos analgesicos.

Já dentre os tratamentos não farmacológicos para a dismenorreia, destacam-se:
  • Psicoterapia, calor e massagem local, exercícios físicos regulares, banhos quentes, ingestão de líquidos quentes.
Prevençao
Apesar de não existirem medidas preventivas realmente espqcíficas para a dismenorreia, devem-se evitar os fatores de risco na medida do possível, principalmente o tabagismo e sobrepeso.

Uma alimentação balanceada e rica em ácidos ômega-3, o exercícios físico aeróbio, e manter uma revisão ginecológica periódica.

No auxílio à paciente com dismenorreia, o farmacêutico joga um papel importante e deve ter em conta que pode oferecer uma dispensação com critérios de atenção farmacêutica.
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Glicosímetro: como medir corretamente sua glicemia.

Os glicosímetros são hoje um dos dispositivos que mais auxiliam o paciente diabético no controle da glicemia. Existem no mercado diversas marcas e modelos, todos eles necessitam certo treinemento mas depois que você se habitua verá como é fácil e prático manter sua glicemia controlada!

Apesar disso, nas primeiras vezes que o utilizamos, pode ser um pouco difícil ou podemos ter resistência ao seu uso, já que implica a retirada de sangue (o que para muitos pode ser algo incômodo) e dor ao perfurar o dedo.


Hoje daremos as orientações e cuidados necessários para que você consiga superar todas as dificuldades que possam surgir.
  •  Em primeiro lugar comece lavando bem suas mãos com agua e sabão antes de manipular qualquer peça do glicosímetro: lancetas, tiras reativas, etc., bem como antes da medição.
  • Escolha a parte lateral da polpa do dedo e faça uma massagem para ativar a circulação local, mantendo a mão para baixo.
  • Dispare a agulha sobre o dedo para obter a amostra de sangue.
  • Não utilize a primeira gota de sangue.
  • Pressione o dedo até obter uma segunda gota de sangue e aproxime a tira reativa.
  • O glicosímetro irá indicar quando a medição esteja finalizada.
  • Não reutilize nem comparta as lancetas e tiras reativas.
  • Guarde todo o material em envase original e verifique se estão bem fechados, para evitar que se estraguem ou se contaminem, e esteja sempre atento à data de validade.
  • Elimine o material que teve contato com o sangue de forma adequada. Pergunte em sua farmácia ou posto de saúde pela coleta deste tipo de material.
  • Utilize sempre o mesmo glicosímetro, assim você evita variações que dependem da sensibilidade e da calibração de cada dispositivo.

 Faça um registro manual ou eletrônico das medições para levá-las a seu médico na próxima consulta. Inclua dados como data, hora, estado de alimentação ou qualquer outro fator que possa haver interferido na medição.


Se ficou alguma dúvida, não deixe de postar aqui abaixo ou perguntar ao seu médico, farmacêutico ou enfermeiro sobre como utilizar o glicosímetro.
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sábado, 15 de novembro de 2014

Dois minutos podem te salvar de um AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode afetar a qualquer pessoa, de qualquer idade. Crianças, adolescente e adultos estão sujeitos a padecerem um AVC.

Mas, você é capaz de reconhecer os sinais de perigo que podem salvar sua vida?

Uma em cada 5 mulheres e um em cada 6 homens, esta é a terrível estatística que gira em torno de um acidente vasculare cerebral. A falta de oxigenio nas células é determinante: 2 milhões de células neuronais morrem a cada segundo sem oxigênio.

Fatores como... Hipertensao
Doenças cardiovasculares
Obesidade
Tabagismo
Consumo de álcool
Sedentarismo
Diabetes
...nunca devem ser ignorados!!!

Algumas vezes os sintomas podem ser mal interpretados, fique atento pois em dois minutos você pode reconhecê-los e salvar o paciente. Veja abaixo quais são:
Falta de tônus facial
Distúrbios na fala
Fraqueza nas pernas e braços


Em dois minutos eles podem ser identificados. Tempo é o fator mais importante na atenção ao paciente que está tendo um AVC.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Juventude e a Síndrome do intestino irritável (SII)

A população jovem é sempre associada à saúde e vitalidade. Realmente, é uma fase em que damos o máximo no trabalho, nos estudos e também na vida social. Porém a realidade da população ativa ultimamente tem se modificado. O acúmulo de atividades estressantes, o dia-a-dia corrido e a sensação de que somos capazes de fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, está levando o jovem a um esgotamento fisiológico.

Uma das doenças da modernidade, que não é exclusiva desse grupo da população, mas que tem apresentado número de casos cada vez mais crescentes, é a Síndrome do Intestino Irritável (SII).
Vamos conhecer um pouco mais dessa patologia e seus sintomas. Talvez comece aqui a solução para os sintomas que antes você achava não ter relação!

O que é a SII?
É um transtorno digestivo de natureza crônico e extremamente prevalente, 15-20% da população de todo o mundo na sociedade ocidental. Associa a presença de dor abdominal e alterações na defecação: diarreia ou prisão de ventre juntamente com dor.

Como dito ao princípio, afeta principalmente a população jovem, e é ainda mais dominante em mulheres.

A SII normalmente vem associada a outros fatores como:
  • Stress;
  • Infecções gastrointestinais: quando a pessoa tem uma predisposição o risco de desenvolver a SII pode aumentar;
  • Fatores genéticos;
  • Hábitos alimentares;
  • Alergias alimentares.

Como a SII se desenvolve?
As morbidades relacionadas acima, quando não tratadas de forma adequada, desencadeiam um processo de micro inflamação nas células da mucosa intestinal com alteração da flora bacteriana, que exerce um importante papel na correta fisiologia da digestão. Ao microscópio, observam-se mastócitos hiperativos na flora intestinal destes pacientes o que indica a existencia de uma alteraçao patológica.



Diagnóstico e tratamento:
O diagnóstico se baseia em sintomas incomuns, como pode ser a dor ao defecar, ou a dor abdominal associada à constipação intestinal, e o tratamento é bem amplo: não existe um fármaco específico para a SII.

Devido à estes fatores o paciente tem um tratamento ineficiente e resultados muitas vezes reduzido, levando à uma baixa qualidade de vida.

Por tratar-se de uma síndrome funcional o tratamento baseia-se em tratar o sintoma mais evidente, seja ele a diarreia ou a constipação intestinal:

  • A primeira modificação que deve ser instaurada é uma reeducação dietética. É importante conhecer a existência de alergias alimentarias que muitas vezes estão associadas ao desencadeamento da SII;
  • Terapias alternativas como fitoterápicos, acupuntura, não tem seu uso devidamente comprovado para a SII, apesar de existir uma infinidade de preparados de plantas com efeitos paliativos sobre alguns sintomas;
  • Espasmolíticos: são fármacos como boa opção para o tratamento da dor, apesar de não ser uma solução definitiva para o paciente;
  • Loperamida: com uso sintomático;
  • Fármacos moduladores da fisiologia seletiva (agonistas e antagonistas da serotonina) intestinal como Alosetron, Tegaserod; têm sido relacionado à bons resultados.
  • Anti-depressivos tricíclicos, inibidores da receptação de serotonina: tratamento a longo prazo (mín. 6 meses).
  • Complementarmente, estão disponíveis nas farmácias preparados com pro e prebioticos que regulam a flora intestinal, trazendo mais conforto e regularidade ao processo digestivo.


Ao tratar-se de uma síndrome que engloba fatores psicossociais o melhor a fazer é reavaliar que estilo de vida você está levando e diante de qualquer suspeita consulte sempre seu médico de confiança para que te indique o melhor tratamento!
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dia mundial do AVC: Conheça as causas, sintomas e como evitá-lo.

Em 2006, a OMS proclamou, junto à Federação Mundial de Neurologia o dia 29 de outubro como sendo o dia mundial do AVC. Este emblemático dia tem o objetivo de incentivar a participação de todos, comunidade e profissionais de saúde para melhorar as condições de tratamento e prevenção.

O que é um AVC?
A interrupção do fornecimento de oxigênio e nutrientes, causado pelo bloqueio do fluxo sanguíneo ao cérebro, seja por um coágulo ou o rompimento de um vaso é chamado de acidente vascular cerebral (AVC).

Quais são suas causas e como posso evitar um AVC?
Basicamente, evitando-se as causas, estaremos também prevenindo a possível ocorrência de um AVC, através de:
  • Prática de exercícios regulares;
  • Redução da ingesta de alimentos de origem animal. Sobretudo suas gorduras;
  • Eliminação ou pelo menos, redução do tabagismo
  • O alcoolismo e o estresse também são importantes fatores de risco;
  • Para aqueles maiores de 40 anos, é importante que pelo menos uma vez por ano realizem controle da pressão arterial, análises de glicose e colesterol no sangue;

Como posso identificar um AVC?
Você pode fazer toda a diferença no auxílio imediato a alguém que esteja sofrendo um AVC. Se você percebe que a pessoa apresenta fraqueza repentina ou dormência da face, braço ou perna, na maioria das vezes de um lado do corpo, já pode ficar alerta! Incluem-se também sintomas como confusão, dificuldade para falar ou entender a fala; dificuldade de enxergar com um ou ambos os olhos; dificuldade em andar, tonturas, perda de equilíbrio ou coordenação; dor de cabeça forte, sem causa conhecida; desmaio ou perda de consciência. O primeiro a fazer é chamar socorro através do 192 e monitorar os sinais vitais do paciente enquanto espera.

Se houver condiçoes, conduza a pessoa diretamente ao hospital. O fator tempo é crucial para que o tratamento seja efetivo e as sequelas as menores possíveis.

Sequelas:
A falta de oxigênio ao cérebro pode danar os neurônios de maneira irreversível. As sequelas irão depender da zona afetada do cérebro e o grau de lesão. Dependendo da magnitude do acidente pode haver morte súbita.


O dia mundial é apenas simbólico e nos faz o alerta para uma campanha que deve durar o ano inteiro, no dia-a-dia de cada um de nós. Temos muito a ajudar!


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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Convivendo bem com a Osteoporose

É cada vez mais comum vermos mulheres acima dos 45 anos de idade com osteoporose. Seja na família, em grupo de amigos, conhecidos ou pacientes que recorrem à farmácia.

Isso porque a expectativa de vida vem aumentando cada vez mais e com ela as mudanças nos hábitos de vida. A mulher hoje em dia, ocupa um papel duplo, na família e na sociedade. A falta de tempo faz com que as vezes comamos qualquer coisa na rua, deixemos de praticar atividades físicas e isso se seguramente se refletirá na saúde. Em especial, no caso das mulheres, justamente quando inicia-se o período da menopausa.

Na maioria dos casos existe perda de cálcio por falta de hormônio feminino (estrógeno) na fase da menopausa, e que se associa a ingestão baixa de cálcio nutricional e sedentarismo.

Prevençao:
Pelo fato de que os pacientes não apresentem os sintomas prévios à aparição de fraturas osteoporóticas, é de extrema importância o acompanhamento com seu médico, através de exames de densitometria.

Além de se estabelecer uma dieta rica em nutrientes que ajudam a fixar o cálcio nos ossos (verduras escuras, óleos de fígado de peixe, ovos), já está demonstrado que a atividades físicas regulares (exercícios aeróbicos, musculação e outros esportes) estão intimamente ligadas à diminuição da perda do cálcio pelos ossos.

O cálcio proveniente do leite, na minha opinião pessoal, é um tanto quanto controverso. Populações de países asiáticos são os que menos consomem leite e seus derivados, no entanto são os que apresentam menor taxa de osteoporose em mulheres em idade acima de 45 anos.

Toda ingesta de cálcio, para que seja efetiva, deve ser acompanhada de exposição ao sol (antes das 10 da manhã, de 15 a 20 minutos, sem filtro solar). Tomar Sol é fundamental para a produção de vitamina D, que ajuda a absorver o cálcio do organismo.

Tratamento:
O tratamento vai ser pautado de acordo com o diagnóstico feito pelo seu médico.
Atualmente existem no mercado fármacos moduladores da fixação óssea e suplementos vitamínicos a base de cálcio.

Apesar de todos eles diminuírem a velocidade de perda óssea, e ajudar no aumento da mineralização do novo osso, nenhum medicamento é igual ao outro. Existem apresentações em comprimidos, outros são injetados e alguns são administrados através de spray nasal.

Dica importante - Como tomar os comprimidos de Alendronato:
Os comprimidos devem ser tomados com um copo de água, meia hora antes do primeiro alimento, bebida ou medicamento do dia. Deve-se ficar na posição vertical por 30 minutos, no mínimo, após a ingestão, e até que se faça a primeira refeição do dia.

Com estas recomendações de prevenção e tratamento, já poderão divulgar e compartilhar, com os inúmeros conhecidos que convivem com a osteoporose, uma forma de encará-la sem medos e com melhor qualidade de vida!

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Como funcionam os Florais de Bach

Edward Bach nasceu em 1886, foi membro do Real Colégio de Cirurgiões e se formou em medicina. Carreira à que se dedicou durante muitos anos, tanto em seu consultório como no hospital em que trabalhava. Por seu empenho exaustivo, dia e noite, era conhecido como a luz que nunca se apaga. Em 1917 sofreu uma intervenção de urgência devido a uma hemorragia e, após ter alta, seus médicos lhe deram 3 meses de vida. Ao sair dali, começou a se dedicar ao que sempre realmente quis: aos estudos dos florais. Os anos foram passando e ele permaneceu vivo. No lugar de estar esgotado, viu que cada dia estava melhor. Então, concluiu quando fazemos o que nos faz feliz a saúde melhora, e que o estado mental e emocional funciona de forma determinante em nossa saúde.

Segundo Bach, quando o que se pensa e o que se sente estão em desarmonia, aparece a doença.

Em seu reconhecido trabalho, desenvolveu os 38 florais para 38 emoções mais o Sistema resgate. Os 38 florais são iguais para pessoas: bebes, crianças, adolescentes, idosos... e também para animais e plantas.
Atuam de forma suave e trabalham as emoções: ataque de raiva, deprimido, angustia. Tratamento complementário a outros.

Os florais sempre funcionam. Se alguém reclama porque não funcionou, provavelmente não foi corretamente indicado ou administrado.
Não possuem contraindicação, e também não interferem em nenhum outro tratamento. Além de poder ser utilizado em bebes e não apresentar perigo de dependência.

Mas afinal...
Como funciona?

Não é um medicamento nem um placebo. O medicamento é utilizado para o físico, como é o caso das plantas medicinais. As flores serão utilizadas para as emoções: medo, timidez, falta de tolerância, dificuldade a mudanças, raiva insegurança. Especificamente os 38 florais foram divididos em 7 grandes áreas de cura:
-para os que têm medo;
-para os que sofrem de incertezas, duvidas;
-falta de interesse nas circunstancias do presente;
-solidão;
-excessiva sensibilidade a influencias e opiniões alheias;
-para o desalento ou depressão;
-cuidado excessivo com o bem-estar do outro.

Os florais não modificam nossa personalidade mas sim potenciam o que há de melhor dentro de nós para recobrar o equilíbrio. Edward Bach dizia: “O mal ou o erro é um bem fora de lugar.” Em outras palavras, os florais recolocam o equilíbrio no paciente.

Como sabemos quais florais são as necessárias?

Para selecionar os florais de Bach devemos prestar atenção ao binômio: como me sinto X como reajo diante de uma situação ou doença. Assim, profissionais de saúde podem determinar a escolha do melhor floral ou combinação deles para tratar a pessoa e suas emoções neste momento e não somente o sintoma.

Como são feitas?

Existem dois métodos de preparação da tintura madre:
  • Método Solar: com esse método podem ser preparados 20 florais. Consiste em colocar as pétalas em um recipiente de vidro e deixa-las macerando ao sol.
  • Método de cocção: serve para talos e brotos, partes mais duras das plantas, que são colocadas em água e são fervidas. Este método é utilizado para 18 florais.

O líquido resultante tanto do método solar, quanto a do método de cocção, são misturadas em partes iguais com brandy (conservante) para criar a Tintura Mae. E apenas duas gotas desta Tintura Mae, diluídas em 30mL de brandy a 27%, formam o floral que será comercializado nas farmácias.

Como se tomam?

É mais importante a frequência do que a quantidade. Podem ser administradas de diferentes formas:
-diretamente, 2 gotas debaixo da língua: tantas vezes quantas forem necessárias em situações agudas e de forma pontual;
-com água: 2 gotas em um copo d´água ou em uma pequena garrafa que pode ser levada a qualquer lugar;
-frasco de tratamento: combinação de florais, máximo de 6-7. Misturam-se 2 gotas em um mesmo frasco, adiciona-se agua mineral e um pouco de brandy (conservante) – exceto para bebês, e pessoas em tratamentos de alcoolismo. Tomar 4 gotas mínimo 4 veze ao dia.

Importante lembrar que a primeira administração deve ser de manhã em jejum e a última ao dormir.

Os florais também podem ser aplicados como cremes ou loções nos casos de dor, rigidez, inflamação.

O sistema é simples e não agressivo ao organismo. Dependendo de como vivemos as situações do dia-a-dia as quais não podemos modificar, nos sentimos mais ou menos felizes. Com a correta utilização dos Florais de Bach podemos ter uma melhor qualidade de vida.


Para aqueles que ainda não conhecem: vale a pena experimentar!


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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Dermatite de Fralda ocorre tanto em Bebês como em Adultos

As idades são distintas, mas a abordagem é a mesma. Antes pensávamos que fralda era coisa de criança, porém, com o aumento da expectativa de vida, houve também um aumento da manutenção da qualidade de vida do idoso. Se bem a população de idosos tenha aumentado no Brasil, a qualidade de vida que disfrutam nem sempre é a ideal. Cada vez mais pacientes adultos com incontinência urinária acudem aos consultórios e farmácias com a dermatite típica dos bebês.



A dermatite ocasionada pelo uso de fraldas pode causar dor, mal estar e até mesmo evoluir para quadros de infecções secundarias. Por isso a importância de um cuidado diário e preventivo a fim de que micro-organismos oportunistas não se desenvolvam na região afetada.

O primeiro sinal de alarme é o surgimento de vermelhidão na pele, tanto na pele do bebê quanto na pele do idoso. Sempre é melhor priorizar o tratamento preventivo e com a utilização de dermocosméticos (produtos de barreira ou similares) ao invés do tratamento farmacológico, quando o quadro assim o permitir.

Farmacêuticos, normalmente, são muito procurados por este problema e podem fazer uma primeira avaliação e identificar quais casos devem ser derivados ao médico. Para isso o farmacêutico deve estar bem treinado. Sinais de sobre infecção, úlcera por pressão, lesões que não se cicatrizam há mais de 7 dias, são alguns indicativos de derivação ao médico.

Nos casos leves, pode-se orientar desde a farmácia. Atualmente existem diversos produtos cosméticos no mercado que podem prevenir e solucionar os casos mais leves. Preparações hidratantes, emulsões protetoras, sabões neutros estão entre o arsenal que se pode indicar a partir da farmácia. A regra de escolha da melhor preparação é sempre a de hidratar a pele caso esteja seca, e utilizar pastas secantes com alto poder absorvente caso haja umidade excessiva na região. As preparações oclusivas atualmente já não são tão recomendadas. Nos últimos anos, com a aparição de tensoativos menos irritantes, permitiu o desenvolvimento de formulações fluidas com proporções de oxido de zinco que nos permite aplicar de forma fácil, tanto para prevenir como para tratar.


Seguindo o protocolo adequado, o farmacêutico pode agregar valor ao seu atendimento, fidelizar o cliente e incrementar as vendas evitando a prática de “empurrar” produtos desnecessários ao paciente.
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Outubro Rosa


O mês é dedicado ao combate do câncer de mama em todo o país.
Segundo especialistas, a prevenção é o primeiro passo no combate à doença.

  • Sintomas
O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são edema cutâneo semelhante à casca de laranja; retração cutânea; dor, inversão do mamilo, hiperemia, descamação ou ulceração do mamilo; e secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea. A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Somente seu médico pode realizar o diagnóstico!
  • Prevençao
Os fatores hereditários e os associados ao ciclo reprodutivo da mulher não são, em princípio, passíveis de mudança, porém fatores relacionados ao estilo de vida, como obesidade pós-menopausa, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e terapia de reposição hormonal, são modificáveis. Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.
Evidências científicas sobre a relação entre alimentos, nutrição, atividade física e prevenção de câncer podem ser consultadas no resumo traduzido para o português pelo INCA. O Sumário Executivo Políticas e Ações para Prevenção do Câncer no Brasil dá continuidade à publicação anterior, apontando prioridades e perspectivas de ações para prevenção do câncer

  • Tratamento

O tratamento varia de acordo com o estadiamento da doença, suas características biológicas, bem como das condições da paciente.
As modalidades de tratamento do câncer de mama podem ser divididas em:
-           Tratamento local: cirurgia e radioterapia
-           Tratamento sistêmico: quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica

Os medicamentos de quimioterapia que se empregam com maior frequência contra o câncer de mama em fase inicial incluem antraciclinas (como doxorrubicina/Adriamycin® e epirrubicina/Ellence®) e os taxanos ( como paclitaxel Taxol®  e docetaxel/Taxotere®). Estes, podem ser utilizados em combinação com outros medicamentos como fluorouracil (5-FU) e ciclofosfamida (Cytoxan®). Existem muitos outros medicamentos utilizados no tratamento do câncer de mama. A escolha de um deles ou a combinação ideal deles será definida pelo médico oncologista de acordo com cada caso.

Assim que diagnosticado, você tem direito ao início do tratamento pelo SUS no prazo máximo de 60 dias, a partir do diagnostico – Lei 12.732/12.

Durante todo o mês de outubro diversas ações acontecerao por todo o país. Palestras, mamografias, instruções sobre o auto exame e muito mais.

Confira a programação especial no seu estado e não fique de fora!




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